Paranoá Esporte Clube


O Paranoá Esporte Clube é um clube de futebol da região administrativa do Paranoá, no Distrito Federal. Fundado no dia 30 de abril de 2000, a Sucuri, como é conhecido o time, teve uma grande fase quando conquistou o Candangão da segunda divisão, em 2004 e também a Taça Brasília no mesmo ano. Além de ser lembrado pela boa fase pelos amantes do futebol candango, tem uma das maiores torcidas entre os times do Distrito Federal.


Fundado em 2000, o time foi campeão candango amador no ano de 2002 ainda como Colorado do Paranoá. De quebra já ganhou um estádio para jogar em sua própria terra, o estádio JK, que na época não tinha o nome definido. Um privilégio na época principalmente em relação a times como a ARUC e o Santa Maria, que jogavam no Bezerrão ou Mané Garrincha, ou seja, não jogavam em cidades que os clubes representavam.  

Aqui vai um pouco de uma reportagem feita sobre o estádio e o Paranoá no início de sua trajetória profissional.


Recém-construído pelo Governo do Distrito Federal, com investimento estimado em R$ 500 mil, o 11º estádio candango ainda não tem nome, embora Juscelino Kubitschek, como criador de Brasília, seja o franco favorito. A data de inauguração oficial também é um mistério, apesar de sediar jogos desde o fim do ano passado, de amador e sub-20. ‘‘É que está sendo construído por etapas’’, avisa o supervisor Roberval de Paula, em referência às bilheterias e cabines de imprensa, ainda em licitação.

   Uma das cidades mais pobres do DF ganha um dos melhores estádios locais. O piso ainda está desnivelado, mas é especial, com grama esmeralda. Os alambrados verdes são reforçados e os vestiários, bem amplos. O banheiro público é excelente, até com rampa para deficientes físicos, embora muito pequeno para a capacidade prevista: três mil pessoas sentadas nas arquibancadas. ‘‘A comunidade toda exigia um estádio porque queria aparecer no cenário local. O Paranoá   tem outras prioridades, mas também estão sendo cumpridas, como o hospital, a delegacia, asfaltamento de ruas’’, argumenta o chefe de gabinete da administração regional, Davidson Machado.

Orçamento
O estádio foi uma grande surpresa nos bastidores políticos e esportivos locais. A própria participação do time na segundona, na vaga da Metropolitana, foi divulgada somente no último conselho arbitral do torneio. A obra serviu de reforço para a inclusão da equipe, que estréia, no próprio alçapão, em 10 de agosto, contra o Santa Maria.
 
A autorização da obra, porém, não foi localizada no orçamento do GDF do ano passado, nem deste ano. Só consta, no plano plurianual 2004/2007, o começo do estádio, com estimativa em R$ 500 mil. Um prato cheio para o Tribunal de Contas local (TCDF). ‘‘O dinheiro não saiu daqui, mas do governo’’, garante Davidson Machado. ‘‘São recursos do orçamento da nossa administração. Eles estão remanejando recursos de reurbanização da cidade’’, contesta o diretor-administrativo, Gildásio Vete.

  Outra curiosidade do Paranoá está no comando do time, com uma mulher no lugar mais alto. ‘‘Não tem preconceito nenhum’’, aposta a presidente Gedalva Egina Soares, funcionária pública e originária da liga de futebol amador amador, como o vice-presidente Chiquinho.

  O time ainda mantém a base campeã amadora em 2002. A única contratação, por enquanto, foi o atacante Alessandro Bocão, ex-Bandeirante e Gama. A comissão técnica, porém, é formada por veteraníssimos do futebol candango. É a mesma que levou o Luziânia-GO ao quarto lugar da primeira divisão local deste ano, com o supervisor Roberval de Paula e o treinador Mozair Barbosa. 

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Em 2003 já conseguiu se destacar ficando em primeiro lugar de seu grupo e nas semifinais eliminar o tradicional Brasília para conseguir o tão sonhado acesso, fruto de um trabalho sério e comprometido. Acabou perdendo a decisão para o Sobradinho, mas conseguiu despertar a atenção da torcida do Paranoá. Teve um dos artilheiros da competição, o atacanta Alessandro Bocão, com 8 gols.

No ano posterior acabou sendo reformulada, muitos jogadores e o técnico Mozair Barbosa saíram da Sucuri e pagaram caro por isso. Até chegou nas semifinais do primeiro turno, mas fraquejou no segundo e foi pego no efeito ioiô, retornando á divisão de acesso do DF.

No mesmo ano disputou a segunda divisão do DF e se deu bem ao conseguir novamente o acesso contra o Brasília, empatando em 1 x 1 no JK. Na final da segundona venceu o Santa Maria por 3 x 1 e se sagrou campeão da competição.

 Torcida do Paraoá na final de 2004 e desfile pelo caminhão do Corpo de Bombeiros

Ainda em 2004 o clube disputou a Taça Brasília, torneio que valia vaga para a Série C do Brasileirão. O Paranoá foi campeão com todos os méritos em cima do Ceilândia, venceu por 3 x 0 em pleno Abadião e enfiou 6 x 2 no JK, mas a vaga incrivelmente ficou com o Gato Preto ao entrar na justiça, uma briga que gerou muita polêmica.

Em 2005 o Paranoá fez uma boa campanha que em nada lembrou 2004, quando chegou ao quadrangular decisivo, ficando em uma honrosa 3° colocação, á frente do Gama. Fez um jogo marcante contra o Jacaré onde saiu perdedor, mas o placar foi de 5 x 4. Uma das novidades no time foi o sul-coreano Sung Ju Ham, de 19 anos.

Em 2006 não repetiu a boa campanha, porém não acabou descendo, o que acabou sendo inevitável em 2007. A torcida ainda teve que amargar o rebaixamento da Sucuri para a inexpressiva terceira divisão do futebol brasiliense em 2008, quando se esperava um acesso do time.

Paranoá enfrentando o Brasília no Augustinho Lima pela segundona do DF


Em 2009 acabou chegando até as semifinais da terceira divisão mesmo contando com um elenco humilde, mas foi eliminado pelo Capital. Porém conseguiu o acesso em 2010 pelas desistências de Legião e Brazsat.


Escudos Anteriores





Mascote

Sucuri

Estádio

JK

Nome: Estádio JK Paranoá
Local: Paranoá/DF
Capacidade: 25000 pessoas (a ser confimada ainda, a antiga era de 6000 pessoas)
Inauguração: 12 de dezembro de 2002
Primeiro Jogo: 
Recorde de Público:
Propriedade: Administração Regional do Paranoá
Obs: Juscelino Kubitschek foi presidente da República Federativa do Brasil e principal responsável pela transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília e posteriormente a construção da cidade.



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River Atlético Clube


O River Atlético Clube é um clube de futebol brasileiro da cidade de Teresina, capital do Piauí. Fundado no dia 1° de março de 1946, é o maior ganhador do Campeonato Piauiense, com um total de 27 títulos, além de ser o clube piauiense com melhor posição no ranking da CBF. Tem uma forte rivalidade com o Flamengo e também é conhecido como Galo e ''O eterno campeão''. Conquistou também uma Copa Piauí em 2006, entre outros títulos de menor expressão.


O dia 1º de março de 1946 é considerado pelo River a data oficial de fundação do clube. Um grupo de estudantes do "Ginásio Leão XIII", à época dirigido pelo professor Antilhon Ribeiro Soares, se reuniu, para tratar da fundação de uma sociedade desportiva que tomaria o nome de River Atlético Clube.

Todavia, o projeto não foi posto em prática, haja vista que não ocorreu a sua legalização nos órgãos desportivos competentes, como também não existe registro de qualquer atividade nos anos de 1946 e 1947. O primeiro registro histórico data de 15 de fevereiro de 1948. Nesse dia foi disputado o primeiro jogo foi disputado do River contra o Amarantino. O primeiro gol do River foi marcado, nesse jogo, por Antônio Freire (Freirinho). O jogo foi realizado na cidade de Amarante-PI e o River ganhou por 4x3. Quase um mês depois, em 12 de março de 1948, houve a chamada 'reogarnização' do clube, liderada por Afrânio Messias Alves Nunes (Presidente mais vitorioso do River - 11 títulos). Em 15 de março de 1948, o River já havia sido admitido na Federação Piauiense de Desportos. No mesmo ano, disputou o campeonato da temporada, do qual sagrou-se campeão.

Em 1952 o River foi campeão do torneio que comemorou o centenário de Teresina, reunindo o Botafogo e River (Teresina), Comercial (Campo Maior), Ferroviário (Paranaíba) e Sampaio Corrêa. O título veio após a vitória de 3 x 2 sobre o Botafogo. Conquistou os estaduais em 1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1955, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963. Uma verdadeira máquina de conquistar títulos no Piauí. Inaugura em 1967 sua sede própria no Bairro dos Noivos, área nobre da Capital Piauiense. Afrânio Nunes foi o mentor do projeto da sede, marcando mais uma vez seu nome na história riverina.

 River nos gloriosos anos 50 e 60

Após um jejum de títulos, o River foi campeão em 1973 na final contra o forte time do Tiradentes, que era potência na época. O jogo foi no Lindolfo Monteiro e o Galo venceu nos pênaltis. Time campeão: Nilson, Bruno, Nelson, Osíris e Luizinho; Gerson Andreoti, Chubinho e Derivaldo; Botelho, Cesar e Batistinha. Em 1975 também foi campeão.

O campeonato de 1977 é considerado por muitos o melhor estadual que Piauí já teve, com estádios cheios. Quebrando recorde de público e renda, o clássico entre River x Flamengo levou 100 mil pessoas ao Albertão nos 3 jogos decisivos. Na terceira foram 40 mil e o clássico terminou empatado em 2-2. O gol do título foi marcado por Derivaldo. River campeão mais uma vez. Em 1977 também disputou a Série A do Brasileirão e ficou em 41° lugar.

O River já teve grandes nomes que marcaram a sua história, entre eles podemos destacar dois jogadores que fizeram história principalmente no Rivengo. São eles Sima e Paulo Banana, sendo que o primeiro é o maior artilheiro do River no clássico e o segundo o que mais jogou.

Sima

Paulo Banana

 Foi campeão no Piauí também em 1978, 1980, 1981 e 1989, disputando também a Série A do Campeonato Brasileiro. Em 1990 disputou pela primeira vez a Copa do Brasil, mas caiu ainda na primeira fase para o Ceará.

Voltou a ser campeão novamente em 1996, quando venceu os dois jogos contra o Cori-Sabbá na decisão.

River campeão em 1996

Em 1999 voltou a ser campeão do Piauí, fazendo a festa de seus adeptos mais uma vez, vencendo a decisiva contra o 4 de Julho de Piripiri. Em 2000 foi campeão piauiense novamente em cima do 4 de Julho. Em 2001 foi a vez do Oeiras sentir a força riverina. Em 2002 foi tricampeão em cima de seu maior rival, o Flamengo.

River campeão de 1999

 River campeão 2000

River campeão 2001

River campeão 2002

Em 2007 o Galo voltou a ter um título piauiense, vencendo o Barras na final e conquistando seu vigésimo sétimo título no Piauí.k

River campeão em 2007

Em 2008 disputou a Copa do Brasil e eliminou o Jaguaré na primeira fase, mandando o jogo no Tibério Nunes, em Floriano. Na segunda fase pegou o Botafogo com todos esperando goleada do time carioca, mas o River foi guerreiro, e mesmo mandando o jogo ainda em Bacabal, conseguiu uma vitória por 2 x 1. No Engenhão o Glorioso se impôs e fez 2 x 0, eliminando o Galo.

River x Botafogo no Correão

Nos anos posteriores não fez boas campanhas, devido a administração do clube, sendo que em 2010 até perigou não disputar o estadual, visando a construção de seu CT, mas acabou sim disputando o torneio.

Torcida riverina

O River é uma das principais torcidas do Piauí, sendo a segunda ou a primeira do estado, mas muitos torcedores ainda preferem torcer por times de fora, o que dificultam os públicos do River e também de diversos clubes piauienses, também afetando a visibilidade dos times.


Escudos Anteriores



Mascote

Galo


Estádio





Nome: Estádio Governador Alberto Tavares da Silva
Local: Teresina/PI
Capacidade: 60000 pessoas
Inauguração: 26/08/1973, no jogo entre Tiradentes-PI 0 x 0 Fluminense
Primeiro Gol: Dirceu Lopes, do Cruzeiro, no jogo Tiradentes 1 x 1 Cruzeiro, no dia 29 de agosto de 1973
Recorde de Público: 60.271 pagantes, no jogo entre Tiradentes 1 x 3 Flamengo, no dia 13 de março de 1983
Propriedade: Governo do Piauí
Obs: Alberto Tavares da Silva foi governador do Piauí nos anos 70.



 Lindolfinho ou LM

Nome: Estádio Municipal Lindolfo Monteiro
Local: Teresina/PI
Capacidade: 8000 pessoas
Inauguração: 17 de setembro de 1944, no jogo entre Seleção Piauiense 0 x 3 Seleção Maranhense
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Prefeitura Municipal de Teresina
Obs:


Hino

Letra: Luiz Santos
Música: Luiz Santos

Avante, Riverinos!
Com a bandeira de glória nas mãos
Lutemos com ardor
Pela vitória do tricolor
Levemos a nossa sede
Que é orgulho do nosso torrão
A taça conquistada
Com heroísmo e com paixão.

A nossa meta certa a seguir
É defender o Piauí
Com o nome do tricolor
Em qualquer lugar
Gritando gol!
E ainda proporcionarmos
Um meio social
Sem igual.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=B6W58kpnZMs


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Trindade Atlético Clube


O Trindade Atlético Clube é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Trindade, no estado de Goiás. Fundado no dia 7 de setembro de 1955, se profissionalizou apenas no dia 15 de junho de 2005. O Tacão (por causa da sigla do time, TAC) tem como título o estadual da terceira divisão de 2005, logo em sua primeira temporada no profissionalismo.


Como dito anteriormente, o Tacão foi fundado em 1955, mas acabou se profissionalizando pouco antes do seu cinquentenário. Disputou a enxuta terceira divisão de Goiás no mesmo ano e se sagrou campeão daquele torneio que contara com Trindade, Canedense, Monte Cristo e Alexaniense, sendo que os dois primeiros foram os que conseguiram o acesso.

Em 2006 estreou na segunda divisão a todo vapor, e ao vencer o CRET no Abrão Manoel da Costa por 2 x 1 consegue o inédito acesso para a elite do futebol goiano, elevando o nome de Trindade no cenário esportivo estadual.

Em 2007 faz uma campanha de meio de tabela, mas suficiente para manter o Tacão no topo do futebol de Goiás. O então presidente foi também responsável pela sua profissionalizaçao em 2005, o médico e vereador Dr. Flávio Luís Borges Guilarducci, que renunciou ao cargo no final de 2007. Provisoriamente, assumiu o primeiro vice-presidente Leofonso Teixeira Rramos, Felinho, ex-vereador. Em seguida, o empresário Mauri Rios aceitou o desafio de presidir o cube trindadense. O clube ficou em 8°.

Em 2009, presidido pelo vereador Ucleide de Castro Bueno, mais conhecido como Ferruja, o Tacão realizou sua melhor campanha em toda a sua história de participação no Campeonato Goiano alcançado o sexto lugar ao final da competição. 

Em 2010 consegue se manter na Série A do estado ao empatar em 0 x 0 com o Itumbiara em casa, sendo que o adversário caiu para a segunda divisão estadual.



Estádio
Abrão Manoel da Costa
 
Nome: Estádio Abrão Manoel da Costa
Local: Trindade/GO
Capacidade: 3000 pessoas
Inauguração:
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Prefeitura Municipal de Trindade
Hino
 
É garra, é força com a bola no pé. 
O meu time é da Capital da Fé 
BIS 

Eu sou Trindade, eu sou Tacão. 
O meu time é campeão

Eu sou trindade, eu sou. 
Bola na rede é gol
Eu sou Trindade, eu sou Tacão.
BIS

É garra é força com a bola no pé 
O meu time e da Capital da Fé 
BIS 

A torcida animada
Agitando a arquibancada 

Vamos pra frente timão, timão do meu coração. 
Eu sou Trindade, eu sou Tacão.
BIS

É garra é força com a bola no pé 
O meu time e da Capital da Fé 
BIS 

Azul, vermelho e branco são as cores do meu Tacão.
O azul tem o céu, 
O branco da paz,
E o vermelho da paixão
BIS

Eu sou Tacão, eu sou Tacão, eu sou Tacão!!!
Link: http://www.youtube.com/watch?v=ij15YU8T86E
 

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Tupi Football Club



O Tupi Football Club é um clube esportivo da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Fundado no dia 26 de maio de 1912, é um dos principais times do interior mineiro, mesmo não conquistando um estadual. O Galo Carijó tem um título do Módulo II de Minas de 2001 e uma Taça Minas Gerais de 2008, além de outros títulos menores, como os 23 títulos citadinos de Juiz de Fora.


Foi fundado em 1912, provavelmente por dissidentes daquele que seria seu maior rival: o Tupynambás Futebol Clube, mas essa versão nunca foi confirmada. Oficialmente o time contou com cinco fundadores, sendo o mais importante deles Antônio Maria Júnior. O alvinegro do uniforme permanece até hoje.

O primeiro duelo entre os 2 times foi ainda em 1912 com empate de 1 x 1. A liga juizforiana foi fundada em 1918, e o Galo Carijó foi campeão pela primeira vez em 1921. Repetiu o feito em 1923, 1926, 1929, 1933, 1935,1936, 1937, 1940, 1941, 1944.1945, 1947, 1948, 1951, 1952, 1954, 1963, 1965, 1969, 1977 e em 1978.

No final do ano de 1965, quando o Cruzeiro conquistou o título de Campeão Mineiro, o Tupi passava por um momento menos fortalecido, ficando em último lugar no Campeonato de Juiz de Fora. Então, após uma renovação do time, em janeiro de 1966, o Tupi convidou o Cruzeiro para um jogo na cidade e venceu por 3 x 2, derrotando a famosa equipe de Tostão, Dirceu, Zé Carlos, Piazza, Natal e outros craques. Como um time de Juiz de Fora poderia vencer o grande Cruzeiro? Belo Horizonte não poderia engolir esta afronta. Por isso, o Tupi foi convidado a jogar com o Atlético, no Mineirão. Resultado do desafio: o Tupi derrotou o clube por 2 x 1, que era dirigido por Paulo Amaral. Um novo desafio foi levantado pelo América Mineiro, dirigido por Yustrick, já que o Tupi estava desmoralizando os times de Belo Horizonte. Mais uma vitória do Tupi por 2 x 1 foi o resultado. Quem imaginaria o Tupi derrotar os três times da capital? Isso não poderia ficar assim, então o Cruzeiro pediu uma revanche do jogo realizado em Juiz de Fora, alegando que no Mineirão ia “arrasar” o Tupi e acabar com a brincadeira. Nova vitória do Tupi por 2 x 1 fez todo o Brasil falar naquela equipe, que foi convidada para treinar contra a Seleção Brasileira de Pelé e Garrincha em Caxambu, quando empatou em 1 x 1. O técnico do Tupi era Geraldo Magela Tavares, e a escalação do time base responsável por essas grandes vitórias era a seguinte: Waldir (Hélio); Manoel, Murilo, Dário (Eli Flores) e Walter; França e Mauro; João Pires, Toledo, Vicente e Eurico.

Em 1969 estreou em campeonatos estaduais fazendo uma campanha mediana. Em 1971 teve o vice artilheiro da competição, Valmir com 10 gols. Em 1972 acabou rebaixado. Em 1976 voltou a disputar a primeira divisão.

Com seus altos e baixos, o Tupi FC continua firme na sua luta para continuar com o futebol profissional, representando Juiz de Fora. O clube obteve uma ótima participação no Campeonato Mineiro da 1ª divisão nos anos de 85 e 87, quando participou do quadrangular final nos dois anos e conquistou o título de Campeão Mineiro do Interior. Nessa época o Presidente do Tupi era o empresário Maurício Baptista de Oliveira, que investiu forte no sucesso do futebol do clube.


Tupi no fim dos anos 80
Os anos 90 não deixam boas recordações para a torcida alvinegra. Em 1993, após o rebaixamento do Tupi em 1992, os três clubes profissionais de Juiz de Fora, Tupi, Tupynambás e Sport, se uniram com o propósito de se formar somente uma equipe que representasse a cidade, de maneira mais fortalecida. Surgia a Cooperativa Manchester de Futebol. Surgiu a idéia que até hoje rende péssimas lembranças aos torcedores do clube carijó. Sim, porque a vaga na segunda divisão pertencia ao Tupi. A Cooperativa conseguiu o acesso em 1994, beneficiada pelo número de vagas em disputa, quatro. Assim, Juiz de Fora teria novamente um representante na elite mineira e, dessa vez, esperavam os torcedores, para disputar o título. O Manchester acabou decepcionando e rebaixado em 1995. Em 1996 voltou tudo ao normal.

Após um período não tão glorioso na década de 90, o Tupi se reergueu a elite do futebol mineiro em 2001, ao vencer o Módulo II, vencendo o América de Alfenas no Mário Helênio por 3 x 1, diante de mais de 10 mil pagantes.

 Ficha técnica do jogo do acesso, em 2001

Em 2003, o conhecido Carijó alcançou uma notável posição: foi novamente Campeão do Interior, chegando a terceiro lugar no Campeonato Mineiro, e pela primeira vez conseguiu uma vaga para disputar a Copa do Brasil em 2004. Na Copa do Brasil deu trabalho ao Flamengo, principalmente com o atacante Marinho, que depois seria destaque no Atlético Mineiro, mas não conseguiu eliminar o rubro-negro. O Tupi de quebra foi rebaixado para o Módulo II.

Retornou em 2006 ao vencer o Juventus de Minas Novas por 3 x 1 no Mário Helênio, para alegria da nação carijó. Em 2007 ficou em 4° lugar no estadual.

Jogadores alvinegros agradecem pelo acesso em 2006

Em 2008, o futebol voltou a ser administrado pelo próprio clube, com a eleição do Dr. Àureo Carneiro Fortuna e do Dr. José Roberto Maranhas, para Presidente e Vice-Presidente, respectivamente. Dando continuidade ao trabalho realizado em 2007, juntamente ao apoio de parceiros – MRS Logística, Unimed de Juiz de Fora, Supermercado Bahamas, CJF, Carioca Esportes, Ritz Hotel, Higéia Academia, Frotanobre Turismo, Sudeste Veículos, além da Prefeitura de Juiz de Fora – que acreditaram no forte trabalho da nova diretoria, o Tupi fez um ótimo Campeonato Mineiro, classificando-se em segundo lugar para o quadrangular final e terminando em terceiro lugar geral atrás apenas de Cruzeiro e Atlético. Além dessa vitória, foi campeão da Taça Minas Gerais garantindo, assim, mais uma participação na Copa do Brasil e na recém criada série “D” de 2009.

Em 2009 foi eliminado nas quartas de final para o Cruzeiro, chegando a perder em Juiz de Fora por 7 x 2 para o time da capital. Foi eliminado na primera fase pelo Criciúma. Representou Minas na primeira Série D e foi muito bem, mas acabou perdendo o acesso ao ser eliminado para o Macaé;

 Tupi em jogo pelo estadual em 2009


O Galo Carijó foi eliminado nas quartas de final do estadual de 2010.


Torcida do Tupi marca presença maciça em Juiz de Fora



Mascote

Galo Carijó


Estádio

Mário Helênio

Nome: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
Local: Juiz de Fora/MG
Capacidade: 35000 pessoas
Inauguração: 30 de outubro de 1988, no jogo Flamengo 2 x 1 Argentinos Júniors-ARG
Primeiro Gol: Bebeto, do Flamengo
Recorde de Público: 20.508 pagantes, no jogo Flamengo 0 x 0 Portuguesa, em 22 de julho de 1996
Propriedade: Prefeitura Municipal de Juiz de Fora
Obs: Mário Helênio foi radialista famoso na cidade de Juiz de Fora.


Hino

Autores: Geraldo Santana, Messias da Rocha e Carlos Odilon

    Vão desfilar as emoções, Vão repetir-se as tradições, É o Tupi, é o galo, o índio, é o coração Batendo, batendo forte Em compassada vibração. Tupi, Tupi é união! Dos campeões, o campeão! É força viva, é muito mais que uma paixão. É a jogada, é o silêncio de um instante. É a repentina explosão dos carijós. Ao tremular do alvinegro pavilhão, Vibra a torcida, ganha o time inspiração. Surge na luta a chama viva da esperança, E o galo forte carijó não tem rivais… Grandes vitórias sempre alcança, E vive a glória dos imortais…
 Link: http://www.youtube.com/watch?v=TVRQKzvuPtU

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São Raimundo Esporte Clube

O São Raimundo Esporte Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Santarém, uma das principais do estado do Pará. Fundado no dia 9 de janeiro de 1944, a Pantera, como é conhecido o São Raimundo, é um tradicional clube do estado, contando com uma rivalidade citadina com o São Francisco. Tem como título o primeiro campeonato da Série D, disputado em 2009, além de ter uma torcida que sempre marca presença nos jogos em Santarém.


Com a decadência e desativação do Vasco da Gama, fundado em 1932, que teve como seu último presidente o senhor Odorico Reis de Almeida, surgiu em 1942 o Alegria Esporte Clube (uma alusão a Rua da Alegria), desarticulado no ano seguinte quando foi transformado em Santa Cruz Esporte Clube, de vida curta, e logo sucedido pelo São Raimundo Esporte Clube, no dia 9 de janeiro de 1944, num amistoso contra o selecionado de uma comunidade localizada as margens da rodovia Everaldo Martins. No momento de sua inscrição, um de seus sócio-fundador, o Sr. David Natanael ao invés de escrever o time como "São Brás" inconscientemente escrevera como São Raimundo. O uniforme, a princípio predominantemente na cor branca, além da influência dos uniformes oficiais do Santos Futebol Clube, de São Paulo e da própria Seleção Brasileira, se tornava mais fácil adquiri-lo no mercado da época. A sede provisória passou a ser a residência do próprio Odorico Reis Almeida na atual Rua 24 de Outubro, local da fundação.

 Neste mesmo ano, o São Raimundo enfrentaria pela primeira vez o seu principal rival, o São Francisco, no campo "O Poeirão" onde hoje se localiza o Colégio Batista. No Confronto, o time azulino levou a melhor, com o placar de 5 a 3. O esquadro do pantera que participou do primeiro clássico RaiFran da história foi: Gerson; Valdomiro e Nezinho; Valdemarinho, Moacir e Francisco Nascimento; Manezinho, Tapioca, Domingos Rock; David Natanel e Ceci Nascimento.

O escudo alvinegro é considerado SUI GENERIS, ou seja, o único clube no mundo que apresenta este formato. Foi baseado no designer da bola oficial que girava os gramados pelo mundo na época de sua fundação em 1944. Foi remodelado pelo designer Ítalo Jean em 2009. No centro da bola entre os gomos está a sigla S.R.E.C, representando as iniciais de São Raimundo Esporte Clube.

No dia 15 de janeiro de 1950, a Pantera conquistou seu primeiro título ao vencer o Campeonato Santareno de 1949 em cima do América por 1 x 0. Nos anos 50, os ídolos do clube eram Belêlêu e Enéas, que encantaram a torcida alvinegra.

Enéas e Belêlêu em jogo da Pantera

Somente nos anos 90, mais precisamente na segunda divisão estadual de 1997, o São Raimundo começou a disputar torneios profissionais, assim como o rival São Francisco. Os dois acabaram subindo para a divisão principal, o São Francisco como campeão e a Pantera como vice.

Em 2001 a Pantera viu seu rival ser rebaixado para a segunda divisão, e após isso não voltar mais a disputar competições, voltando suas atenções ao esporte amador. Em 2005 o São Raimundo ficou em 30° lugar na Série C, sendo eliminado na segunda fase. Foi campeão do primeiro turno no Pará.

Em 2009 foi um ano para ficar na memória da cidade de Santarém e de todos os seus adeptos. O clube fez até campanhas boas em alguns anos anteriores, contando com jogadores principalmente da região. A Pantera surpreendeu e venceu o segundo turno do torneio. Chegou a final, mas perdeu para o Paysandu.

Na Série D que veio a sua consagração, sendo o representante do Pará na competição. Classificou-se no grupo 2 em primeiro lugar. Eliminou o Gênus, depois passou pelo Cristal 2 vezes (o regulamento classificava também os 3 perdedores com melhores campanhas, englobando o Cristal), indo para a Série C. Na final acabou perdendo o primeiro jogo para o Macaé em Volta Redonda por 3 x 2. No segundo jogo acabou vencendo por 2 x 1 de virada e se sagrando campeão da Série D, o primeiro título nacional de um time do interior paraense. O estádio ficou lotado, mais de 18 mil pessoas estiveram lá dando apoio ao São Raimundo. Vários destaques do time, como o treinador Lúcio Santarém, goleiro Labilá, entre outros, ficarão eternizados.

São Raimundo campeão da Série D em 2009

Em 2010 ficou em 6° lugar no estadual e disputou pela primeira vez a Copa do Brasil. O adversário foi o Botafogo. O clube santareno venceu por 1 x 0 no Barbalhão, mas perdeu os pontos por escalação irregular de jogadores. O Botafogo venceu no Rio por 4 x 3 e eliminou a Pantera.

Torcida da Pantera comemorando a ''vitória'' sobre o Botafogo 


Escudos Anteriores



Mascote


Pantera

Por ocasião da disputa do Campeonato Santareno de 1957, quanto o São Raimundo voltou a ser campeão, o locutor Elias Pinto, torcedor e fundador do time, através do microfone da Rádio Clube, passou a denominá-lo de “O Pantera Negra”.



Estádio
Barbalhão ou Colosso dos Tapajós

Nome: Estádio Estadual Jader Barbalho 
Local: Santarém/PA
Capacidade: 19524 pessoas
Inauguração: 1987
Primeiro Gol:
Recorde de Público: 20000 pessoas, no jogo entre São Raimundo x São Francisco
Propriedade: Governo do Pará
Obs: Jader Fontenelle Barbalho foi governador do Pará entre 1983 e 1987 e de 1991 até 1994.


Hino
Autor: Cesar Brasil

Pantera! Pantera! Goool!
Meu São Raimundo,
Glorioso alvinegro,
Joga bola pra valer
Sou São Raimundo até morrer. (2x)
Muitas glórias no passado e no presente
No esporte é o maioral
Meu Pantera Negra
Só tu é o nosso ideal
São Raimundo é time forte e de raça
Nos gramados, vence tudo e ergue a taça.
A torcida agora grita de emoção:
"São Raimundo, meu pantera, é campeão!".
Pantera! Pantera! Goool

Link: http://www.youtube.com/watch?v=_RsheOuRBCU


Final da Série D no Barbalhão: http://www.youtube.com/watch?v=LdOpKrBQK9E&feature=related

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