Esporte Clube Quirinópolis


O Esporte Clube Quirinópolis é um clube da cidade interiorana de Quirinópolis, no estado de Goiás. Fundado no dia 18 de março de 1986, é um caso de um clube interiorano que ascendeu e logo caiu no esquecimento. Conquistou o título da Segunda Divisão de Goiás no ano de 1988.


A cidade de Quirinópolis ganhou um representante ao futebol profissional no ano de 1986, estreando em competições no ano de 1988 na segunda divisão, disputando aquele pequeno torneio (disputaram além do Quirinópolis, o CRAC, Mineiros e Goianésia) e se tornando campeão logo na sua primeira participação profissional, assim também conseguindo o acesso á elite goiana.

Quirinópolis campeão em 1988

Sua estréia na elite foi empatando com o todo poderoso Goiás em 0 x 0 no Bichinho Vieira. No ano de 1989 só escapou do rebaixamento ao bater o Goiatuba fora de casa por 2 x 0. Nos anos posteriores o clube alviverde foi ''dançando conforme a música'', conseguindo se assegurar na elite com apoio da prefeitura e da cidade com campanhas medianas no estadual. Até que em 1993 conseguiu se classificar para a segunda fase do torneio estadual, mas ficou na lanterna de seu grupo.

Porém no ano de 1994 o projeto que deu certo nos anos anteriores acabou indo por água abaixo, fazendo uma campanha ruim e sendo um dos 4 clubes rebaixados para a segunda divisão. Mas o pior ainda estava por vir, o clube alegou problemas financeiros e paralisou suas atividades por tempo indeterminado. Desde então algumas tentativas surgiram para o clube voltar, em 2009 se cogitou a participação do clube na Série C de Goiás, mas não ocorreu nada.

Em 2011 o time confirmou presença na terceira divisão de Goiás.


Estádio

Bichinho Vieira

Nome: Estádio Municipal Bichinho Vieira
Local: Quirinópolis/GO
Capacidade: 7000 pessoas
Inauguração:
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Prefeitura Municipal de Quirinópolis

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Bosque Formosa Esporte Clube



O Bosque Formosa Esporte Clube é um clube de futebol da cidade goiana de Formosa, que faz parte do entorno do Distrito Federal. Fundado no dia 21 de setembro de 1978, o clube formosense se profissionalizou no final do século XX disputando o Candangão. Tem como títulos além dos campeonatos amadores de Formosa, a Segunda Divisão do Distrito Federal de 1999.


O clube foi fundado em 1978 como Bosque Futebol Clube e disputando apenas campeonatos amadores, mas com o sucesso no futebol citadino surgiu a idéia de profissionalizar o clube para representar a cidade, além de tudo aproveitou a oportunidade dada pela pela FBF, em que clubes de cidades próximas ao Distrito Federal por causa da distância. Entre 1997 e 1998 o representante da cidade em campeonatos no DF foi o Formosa Futebol Clube.

Em 1999 o clube se profissionalizou e disputou a segunda divisão doméstica estreando no empate em 2 x 2 contra o Unaí (na época Unaí/Itapuã) no Urbano Adjuto no dia 22 de agosto. Naquela competição reduzida de pontos corridos o clube se deu muito bem e se tornou campeão da competição ao bater o Planaltina por 3 x 0 no Diogão.

O sonho do Formosa era ter uma participação digna no torneio doméstico no ano 2000, porém a euforia da cidade se transformou em uma grande decepção, onde o clube começou perdendo para o Dom Pedro por 1 x 0 em pleno Diogão e a partir daí só decepções, tanto que o clube ficou na lanterna da competição com 12 pontos, rebaixando junto com o também ''forasteiro'' Luziânia.

Ao cair para a Segunda Divisão perdeu o pouco apoio financeiro que já possuía, vivendo uma crise financeira, o que infelizmente é normal nos clubes do Distrito Federal e entorno até os dias atuais por falta de apoio, sendo que o alviverde formosense nem conseguia passar de fase. O clube se licenciou em 2004 e voltou em 2006, curiosamente quando criaram a Terceira Divisão Brasiliense, onde por sinal fez mais uma campanha pífia e levando goleadas incríveis, como a de 7 x 0 para o Recanto (atual Brazsat) e a maior goleada do Distrito Federal: incríveis 12 x 0 para o Legião.

Para conseguir mais apoio financeiro por parte da prefeitura alterou em 2008 o seu nome para Bosque Formosa Esporte Clube, assim em 2009 conseguiu fazer enfim uma boa campanha e garantir o acesso para a Segundona, mas acabou perdendo a final para o Capital ao empatar em 3 x 3 com o clube do Plano Piloto no Mané Garrincha em jogo único, já que o Capital tinha feito melhor campanha.

No ano posterior ainda conta com apoio financeiro e da torcida local, conseguiu se classificar com folga entre os 4 primeiros, se destacando atletas da cidade e locais próximos, como o goleiro e ídolo da equipe André Luis. O clube chegou como zebra no duelo contra o Legião, vivendo o fantasma dos 12 x 0 sofridos em 2006 pelo clube alaranjado, mas impôs respeito e eliminou os ''roqueiros'' após reverter o resultado no Diogão. Na final acabou derrotado pelo CFZ no JK.

Equipe do Formosa em 2010


Torcida comemora com os jogadores o acesso á elite do Candangão em 2010


Para não fazer feio na elite do Distrito Federal o Formosa se reforçou bem, mantendo alguns jogadores do time de 2010, contratando jogadores rodados como o zagueiro Eraldo, o lateral-esquerdo Leandro Smith, ainda contando com o goleiro André Luis, Luis Carlos, Thiago Paim, Marco Auréio, Matos, entre outros. O clube contando com a força da torcida nos jogos em Formosa vem surpreendendo a todos no campeonato.



Estádio

Diogão

Nome: Estádio Municipal Diogo Francisco Gomes
Local: Formosa/GO
Capacidade: 12000 pessoas
Inauguração:
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Prefeitura Municipal de Formosa


Hino

Hino do Bosque Formosa Esporte Clube
Autoria: José Moacir Xavier Ferreira

Iº
Entre o verde esperança surgiste
Junto ao branco da paz, sem rancor
Agitando galeras infinitas
Na doçura das glórias sabor
Hei de ver sempre, sempre em teu seio
Insistindo com garra e fervor
Sob a audácia, o furor e a bravura
Teus heróis que não fogem da dor

CORO:
Disputar, vencer e conquistar
No teu lema é fácil de se ver
O portal que ostenta as tuas glórias
Reveste com brio todo o teu enobrecer
Disputar, vencer e conquistar
No teu lema é fácil de se ver
Alviverde orgulho de Formosa,
Teu grito de guerra é: Vencer, vencer, vencer

IIº 
Sei que em vários gramados tu foste
Aclamado primeiro lugar
Conduzindo troféus que hoje em dia
Só retratam o saber conquistar
Exaltar o teu nome com afinco
É dever diz o meu coração
És o Bosque que vem da floresta
Com a certeza de ser campeão

CORO:
Disputar, vencer e conquistar
No teu lema é fácil de se ver
O portal que ostenta as tuas glórias
Reveste com brio todo o teu enobrecer
Disputar, vencer e conquistar
No teu lema é fácil de se ver
Alviverde orgulho de Formosa,
Teu grito de guerra é: Vencer, vencer, vencer

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Águia de Marabá Futebol Clube



O Águia de Marabá Futebol Clube é um clube de futebol da cidade de Marabá, no Pará. Fundado no dia 22 de janeiro de 1982, é uma das principais forças do futebol paraense, mesmo tendo pequenos títulos como o da Copa Pará/Maranhão/Tocantins de 2002, além de ser um clube temido ao jogar dentro do pequeno estádio Zinho de Oliveira.

Foi fundado em 1982 com o nome de Águia Esporte Clube, e que teve como primeiro presidente o desportista Emivaldo Milhomem, que contou com apoio do lendário Valtemir Pereira Lima, o Bezourão para fundar a agremiação que foi criada para disputar o Campeonato Marabaense da Segunda Divisão daquele ano

Com o sucesso no futebol citadino o clube resolveu se profissionalizar em 1999, quando a Águia fez a sua primeira partida profissional perdendo de 2 x 0 no Zinho de Oliveira para a tradicional Tuna Luso Brasileira. O time foi bem e chegou até ao quadrangular que valia vaga na final, indo até bem. No ano posterior também foi bem.

Em 2001 o Águia foi comandado pelo ex-zagueiro Oscar Guarnelli, porém o clube marabaense ficou apenas no limbo do torneio. O que destacava e destaca até hoje são as longas viagens de Marabá para Belém mesmo de avião.

Foram investidos cerca de R$ 30000 para formar o grupo desta temporada do ano de 2002, mas morreu ainda na primeira fase do torneio. No ano posterior ficou no quadrangular, não conseguindo mais uma vez a vaga para a finalíssima.

No ano de 2008 foi mal no estadual, porém na Série C do Brasileirão fez uma bela campanha e mostrando de vez a sua imponência em âmbito nacional, permanecendo na competição e quase conseguindo vaga na Série B, por muito pouco mesmo.

Águia de Marabá em 2008

No ano de 2010 conseguiu um vice campeonato no Pará, perdendo a final para o glorioso Paysandu, vencendo no Zinho de Oliveira por 1 x 0 e perdendo no Mangueirão por 3 x 1 para o Papão da Curuzu. No mesmo ano acabou quase conseguindo uma vaga na Série B, mas bateu na trave sendo eliminado para o ABC, time que acabou sendo campeão daquele torneio. Aos poucos o Águia anda ganhando espaço no futebol estadual e nacional, além de estar conseguindo apoio popular em sua cidade e região.

Águia em confronto em 2010



Mascote



Estádio

 Zinho de Oliveira

Nome: Estádio Municipal Zinho de Oliveira
Local: Marabá/PA
Capacidade: 4000 pessoas
Inauguração: Década de 60
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Prefeitura Municipal de Marabá

Hino

Composição: Nilva Burjack
Sou Águia de coração
Sou azul e branco
Sou forte, sou paixão
Guerreiro, sou campeão!
É gol, é raça é emoção...
Nas asas do vento sou amor
Sou Marabá Brasil
Sou da cor da flor
Sou paz, sou sul do Pará
Sou Águia de Marabá...
É gol, é bola na rede
Sacode a bandeira, levanta a poeira.
Sou Águia, sou Águia, sou Águia, sou Marabá

Link: http://www.youtube.com/watch?v=-k66P9PdiiY

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Treze Futebol Clube


O Treze Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Campina Grande, uma das principais cidades paraibanas. Fundado no dia 7 de setembro de 1925, é um dos maiores clubes e uma das maiores torcidas da Paraíba, tendo 15 campeonatos da Paraíba, uma Copa Paraíba de 2009, uma Taça Brasil Nordeste de 1967 e uma Série B em 1986 (Módulo Amarelo), porém esse torneio não é reconhecido oficialmente pela CBF, além é claro de 21 campeonatos de Campina Grande. É conhecido como Galo da Borborema.


No dia 7 de setembro de 1925, treze pessoas (Antônio Fernandes Bióca, Alberto Santos, Amélio Leite, José Casado, José de Castro, José Eloy Júnior, José Rodolfo, José Sodré,Luiz Gomes, Olívio Barreto, Osmindo Lima, Plácido Véras - Guiné, e Zacarias Ribeiro - Cotó) lideradas por Antônio Fernandes Bióca (1894-1996), introdutor do futebol na cidade de Campina Grande, se reuniram numa simples casa, onde hoje em dia está construído o Colégio Motiva, e fundaram o Treze Futebol Clube (nome alusivo aos treze dirigentes que fundaram o clube). O nome do Treze foi decidido no dia 20 de outubro em outra reunião, onde tinham dúvida entre Sport Club e Futebol Club, mas como a principal atividade seria o futebol o segundo nome foi escolhido.

No dia 1º de maio de 1926, o Treze faz o seu primeiro jogo, sendo o adversário o Palmeiras, desta cidade.   Sai vencedor por 1 x 0, gol marcado por Plácido Véras, apelidado de "Guiné".  Ainda este ano, já aparece na "Revista Fon Fon", de circulação nacional, no mês de setembro.  O Treze estava crescendo logo após nascer.

  Primeira Formação do Treze Futebol Clube


Entre os anos de 1926 e 1929 o clube foi tetra em Campina Grande, mas no ano seguinte devido a uma forte crise interna a diretoria do clube toma a decisão de fechar as portas do clube. Em 1937 o clube foi reativado sob liderança do seu principal nome, o fundador Bióca, sendo que o clube foi se reestruturando rapidamente, começando pelo início das obras no Presidente Vargas no ano posterior.

Jogo do Treze em 1926

Após o sucesso citadino, em 1939 participa do estadual, mas acaba esbarrando no bom time do Auto Esporte e ficando com o vice. O primeiro título estadual veio em 1940 (em 1941 também), seguido de diversos campeonatos citadinos, fazendo a glória do clube, além de tudo inaugurando o grandioso Presidente Vargas.

Em 1949 o clube é o primeiro paraibano a jogar fora de seu estado, já no ano seguinte se torna um clube profissional e vence o campeonato estadual. Agora em 1951 realiza um amistoso diante do Vélez Sarsfield, da Argentina, perdendo por 3 x 2. 

Os trezeanos Marinho, Hercílio e Ruivo recebem o prêmio "Belfort Duarte", concedido aos atletas que disputassem 80 partidas sem receber qualquer punição, isso no ano de 1953. Dois anos depois além de inaugurar o Estádio Plínio Lemos, ocorre o primeiro clássico com o Campinense. Em 1958 o seu estádio, o Presidente Vargas.

Time de 1958

Após diversos anos na ''seca'', o Treze volta a reinar em solo paraibano em 1966 com a seguinte campanha: 


12/06/66 - Treze 1-0 Nacional
19/06/66 - Treze 3-0 União
22/06/66 - Treze 3-1 Guarabira
18/07/66 - Treze 3-0 Esporte
24/07/66 - Treze 2-2 Botafogo
14/08/66 - Treze 3-0 Santos
04/09/66 - Treze 2-0 Campinense
09/10/66 - Treze 1-0 Nacional
23/10/66 - Treze 2-0 Guarabira
06/11/66 - Treze 2-2 União
18/11/66 - Treze 1-0 Santos
27/11/66 - Treze 3-0 Botafogo
04/12/66 - Treze 1-0 Esporte
11/12/66 - Treze 1-0 Campinense 

Time Base: Augusto, Braga, Lopes, Antonino, Romildo,
Zoroa, Soares, Lima, Marcos, Cocó e Zé Luiz.

Treze campeão paraibano invicto de 1966
Em 1967 disputa a "Taça Brasil". O trezeano Chicletes foi o artilheiro da competição, superando inclusive Pelé, aquela altura já o maior jogador do mundo.

Garrincha com a camisa alvinegra em 1968

Em 1969 o Treze foi marcado por uma tragédia, nomes como o de Zé Luiz, Janca, Zé Pequeno entre outros, faziam parte da equipe comandada pelo técnico Edésio Leitão. Assim, tudo levaria a crer que o dia 13 de julho entraria para a história do Treze, como um dia de alegria, já que uma simples vitória contra o Botafogo de João Pessoa, faria o Treze o campeão estadual de 1969.
Infelizmente, o pior aconteceu. Ao se dirigir a capital do Estado, o ônibus da empresa “Seridó”, com a equipe do Treze a bordo, capotou três vezes na temida “Curva da Piedade”, após uma tentativa de se desviar de um ônibus. Ao menos o time não teve vítimas fatais. No mesmo ano é campeão da Copa Nordeste.

Em 1975 o Galo da Borborema completa seu cinquentenário e para comemorar disputa uma partida amistosa contra o Internacional. No mesmo ano o clube é campeão paraibano ao dividir o troféu com o Botafogo.


Treze campeão de 1975

Participa do Brasileirão. Apresenta índice de público superior a cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. Em 1977 participa mais uma vez do Brasileirão, ficando na 55° colocação entre 61 times.


Em 1978 sob o protesto da torcida, tem o seu nome mudado para Treze Athlético Paraibano. A canção "Galo da Borborema", de João Martinhs, é "adotada" como hino do clube. Já no ano seguinte Adelino, atleta alvinegro, iguala feito de Pelé, ao marcar oito gols em uma partida oficial, contra o Nacional de Cabedelo, que perde por 13 x 0.

Entre 1981 e 1983 é tricampeão paraibano.


Campeão de 1981
Campeão de 1982
Campeão de 1983

Em 1984 também participa do Nacional (além de ter participado em 1982, 1983) e fica em 26° entre 41 clubes. Em 1985 a FPF divulga o Botafogo e Treze como campeões estaduais, gerando polêmica mais uma vez.

O Treze conquista o Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF, correspondente à atual Segunda Divisão. Vitórias sobre o Santos, em plena Vila Belmiro, e São Paulo, ambas por 1 x 0. Como dito anteriormente o título da Série B é desconsiderado pela CBF.


 Treze campeão em 1986 da Série B

Em 1989, conquista do Supercampeonato Estadual. Um temporal destrói as torres de iluminação do PV.   

O alvinegro passa por grave crise interna, culminando no seu rebaixamento à segunda divisão do campeonato estadual em 1994. Em 1995 e 1996 disputa a divisão inferior e consegue enfim o acesso, mas no mesmo ano seus fundadores remanescentes, Guiné e Bióca, morrem já com idade avançada. Em 1998 é inaugurado novamente a iluminação do Presidente Vargas.

O Treze é a primeira equipe paraibana a passar para a segunda fase da Copa Brasil, após derrotar o Santa Cruz do Recife em pleno estádio do Arruda. Empata, por duas vezes, com o Corinthians Paulista, então campeão brasileiro, sendo eliminado somente nos pênaltis. Em 2000 se sagra novamente campeão da Paraíba. Em 2001 é bicampeão.

Treze campeão em 2000

Treze campeão em 2001

Em 2004 o clube fez uma boa Série C do Brasileirão ao ficar em 7° lugar.

Campeão paraibano em 2005 em cima do maior rival Campinense. Alcança o 5º lugar na Copa do Brasil, eliminando equipes como o Coritiba e São Caetano, sendo eliminado apenas pelo Fluminense nos pênaltis nas quartas de final. Em 2006 é bicampeão paraibano.

Campeão de 2005

Treze campeão em 2006

Torcida Trezeana

Em 2010 voltou a ser campeão paraibano em cima do rival Campinense. Na Série D porém não obteve sucesso e acabou sendo eliminado pelo Araguaína.

Campeão Paraibano de 2010


Escudos Anteriores



Mascote

Galo

O mascote do Treze é o galo, devido a numeração no jogo do bicho, no qual o número 13 corresponde ao galo.

Estádios
Presidente Vargas

Nome: Estádio Presidente Vargas
Cidade: Campina Grande/PB
Capacidade: 10000 pessoas
Inauguração: 17 de março de 1940, no jogo Treze 3 x 3 Ypiranga-PE
Primeiro Gol: Alcides, do Ypiranga
Recorde de Público: 
Propriedade: Treze Futebol Clube
Obs: Getúlio Dornelles Vargas foi um dos maiores presidentes da República Federativa do Brasil.


Amigão

Nome: Estádio Governador Ernani Sátyro
Local: Campina Grande/PB
Capacidade: 38 mil pessoas
Inauguração: 8 de março de 1975, Campinense 0 x 0 Botafogo
Primeiro gol: Pedrinho Cangula, do Campinense
Recorde de público: 42.149 pessoas, no jogo Treze 1 x 3 Flamengo, dia 7 de fevereiro de 1982
Propriedade: Governo da Paraíba
Obs: Nascido em 1911, Ernani Ayres Sátyro foi governador da Paraíba entre 1971 e 1975. Foi membro da Academia Brasileira de Letras, 8 vezes deputado federal na Paraíba. Morreu em Brasília em 1986.


Hino

Letra e música: João Martins

Somos campeões
Da Paraíba somos o melhor
Somos campeões
Treze querido tu és o maior

Sua torcida é uma legião
E a cada dia sempre cresce mais
Somos campeões dos campeões
Dos campeonatos paraibanos e regionais

Treze, Treze
Tu és a alegria do povo
Treze, Treze
Tu és campeão de novo

És alvinegro o "Galo da Borborema"
De tantas glórias e tradições
Treze, Treze
Sou trezeano de coração

Link: http://www.youtube.com/watch?v=4Cixjt4zV2Q

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Sociedade Esportiva Santa Maria


A Sociedade Esportiva Santa Maria é um clube de futebol da região administrativa de Santa Maria, no Distrito Federal. Fundado no dia 5 de julho de 2000, a Águia tem como títulos a Terceira Divisão Brasiliense de 2007, sendo também vice da Segundona de 2004. É um clube jovem que apesar de representar a cidade de Santa Maria manda suas partidas normalmente no Bezerrão, no Gama.


Fundado no ano 2000, o Santa Maria se profissionalizou no ano de 2002, quando disputou pela primeira vez a Segunda Divisão do Distrito Federal, tendo a sua primeira partida profissional realizada no dia 1° de setembro de 2002, quando jogou contra o Planaltina e venceu por 2 x 1 no entorno do DF. O clube chegou até a fase final, mais precisamente até o último jogo com chances de acesso, mas esbarrou no Bosque ao empatar em 1 x 1  e perdendo o acesso para o Brasília (esse antes já garantido) e para o Unaí (na época Unaí Itapoã). O clube mandou alguns jogos na cidade de Céu Azul, no entorno do DF.

Em 2003 a escassez de recursos pesou na hora de montar o time para o torneio doméstico e o clube ficou na última posição em seu grupo. Se 2003 foi para se esquecer, 2004 foi para se guardar na memória, pois o Santa Maria se classificou com folga para a segunda fase, e lá mesmo com a falta de recursos conseguiu vaga para as semifinais do torneio, onde empatou em 1 x 1 o jogo único contra o Brasília e se classificou para a elite pela primeira vez em sua história por ter melhor campanha que o Colorado do Planalto. Na final acabou perdendo a decisão (também em jogo único) por 3 x 1 para o Paranoá. Ao final do torneio teve o atacante Giovane como artilheiro da competição com 18 gols.

Um trecho retirado do site Arquivo de Clubes relata a situação do Santa Maria para a sua estréia na elite brasiliense:  O caçula é um dos clubes mais pobres do cenário local. Treina num campo improvisado em Céu Azul (GO), onde mandou os jogos na divisão de baixo, mas foi impedido de atuar este ano. “O que vier é lucro”, confessa o presidente Erivaldo Pereira. “Não tenho dinheiro para pagar R$ 30 mil a um jogador. O maior salário é de R$ 1.500,00, do goleiro. ”, comenta o treinador-cartola Mozair Barbosa, sócio nos lucros do Santa Maria.  

Com todas as dificuldades financeiras encontradas a Águia foi em busca de voar alto pelos campos da capital federal, porém esbarrou na fragilidade do elenco e acabou pegando em seu grupo times fortes como Brasiliense e Gama, sendo que a sua estréia foi contra o clube alviverde (foi derrotado por 3 x 1). Na última rodada o pobre clube ainda sonhava com a manutenção na elite, mas perdeu por 2 x 1 o confronto direto com o Guará no CAVE e acabou sendo rebaixado.



Brasiliense e Santa Maria pelo Candangão de 2005

Em 2006 o clube voltou a sua triste realidade no segundo escalão candango, de onde tinha saído. O destaque do time na Segundona de 2004 trocou o grená do Santa Maria pelo azul do Esportivo Guará, sendo que no mesmo ano foi o artilheiro do torneio. Mais uma vez sem apoio financeiro e contando com a garra de seus dirigentes, o clube foi rebaixado para a Terceira Divisão juntamente com os tradicionais Bandeirante e Sobradinho.

No ano posterior se redimiu da má fase e foi campeão pela primeira vez em sua curta trajetória da Terceira Divisão do DF em cima do tradicional Brasília. Geraldo foi o artilheiro da competição pelo clube grená com 7 gols.

Em 2009 o clube mais uma vez foi de mal a pior, sendo rebaixado em um jogo no mínimo curioso, quando precisava perder de 3 gols de diferença para ser rebaixado e o confronto direto era com o Cruzeiro no Ninho do Carcará, e o jogo estava 3 x 1 para o Carcará até o último minuto quando Léo Borges fez o seu terceiro na partida e decretou o rebaixamento do Santa Maria para a Terceirona do DF. Em 2010 não disputou competições profissionais.


Escudos Anteriores


Mascote

Águia


Estádio

Bezerrão
Nome: Estádio Walmir Campelo Bezerra
Local: Gama/DF
Capacidade: 20 mil
Inauguração: 19/10/1977
Jogo de inauguração: Gama 1 x 2 Botafogo
Primeiro gol: Gil, do Botafogo
Reinauguração: 19/11/2008
Jogo de reinauguração: Brasil 6 x 2 Portugal
Primeiro gol após reinauguração: Danny, de Portugal
Propriedade: Governo do Distrito Federal
*Recorde de público: Brasil 6 x 2 Portugal - 19.157 pessoas pagantes
Obs: Walmir Campelo Bezerra foi administrador do Gama na época da construção do estádio, em 1977.

* Lembrando que já houveram jogos pra mais de 20 mil pessoas no Bezerrão.

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