Mixto Esporte Clube



O Mixto Esporte Clube é um clube esportivo da cidade de Cuiabá, no Mato Grosso. Fundado no dia 20 de maio de 1936, é o maior clube do estado de Mato Grosso, conquistando nada menos que 24 títulos no estado, além de um Estadual da Segunda Divisão de 2009 e um Torneio do Centro-Oeste de 1976. O clube é o mais popular do estado e é conhecido como Tigre e Alvinegro da Getúlio Vargas.

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O clube foi criado no ano de 1934 por um grupo de amigos que se reuniam em um terreno baldio, no centro de Cuiabá, para jogar e fazer exercícios físicos. A escolha do nome se deve pela formação do grupo, um misto de homens e mulheres que disputavam as partidas entre si. Após a abertura do time, criaram um hino do clube e a bandeira, cujas cores são preto e branco.



O Patrimônio Mixtense era a prioridade dos fundadores e de seus recém associados, que cresciam rapidamente. Logo os associados do Mixto Sport Club (nome da época) levantaram os recursos e o investiram na construção de uma Sede física, e de espaços recreativos e esportivos. No livro Egéria Cuiabana, de Benedito Pedro Dorileo (1976), é desta forma narrada os fatos: "A Sede própria passa a ser logo a primeira preocupação e no mesmo ano é adquirido de João Batista de Oliveira, Batinga, o imóvel da Rua Cândido Mariano, com recursos provindos dos primeiros associados. Uma área, com pequeno alojamento, cercada por um muro, tinha ingresso por um portão, que ostentava ao lado o emblema criado por Zulmira; seria o símbolo bordado nas jaquetas e na bandeira do Clube. A identificação geográfica estava definida. O entusiasmo já era intenso com poucos dias de existência do Clube, que nascia forte. A 18 de setembro do mesmo ano inaugurava solenemente a quadra de esporte.

Em 1943 o Mixto se sagrou campeão pela primera vez juntamente com o Paulistano.
Em 1945 ganhou mais um, e entre 1947 e 1949 ganhou um tricampeonato que ficou marcado na história mixtense.

Mixto tricampeão 1947-48-49

 O Mixto voltou a ganhar entre os anos de 1951 e 1954 com um tetracampeonato. O Mixto já despertava a paixão dos matogrossenses naquela época. O clube voltou a vencer no ano de 1959 o campeonato estadual e depois conquistando um bi em 1961/62. Foi campeão em 1965, 1969 e 1970 também, o time jogava no estádio Liceu Cuiabano. O time também teve o estádio Dutrinha.

Mixto campeão 1970

Nos anos 70 cresceu a rivalidade com times como o Operário de Campo Grande (antes da separação do estado), Dom Bosco e principalmente o Operário de Várzea Grande (clássico dos milhões), cujo fazia grandes duelos e sempre tinha casa cheia. O time mixtense conquistou somente 1979 e 1980 nos anos 70.

Torcida do Mixto no Dutrinha

Mixto bicampeão em 1980

O time cuiabano participou do Brasileirão em 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985 e 1986, tendo tido um 14° lugar em 1985. Em 1981 e 1982 o time conquistou o tetracampeonato matogrossense. Em 1984, 1988 e 1989 conquistou mais títulos. Grandes nomes estiveram no Mixto como Bife, Traíra, Ruiter Jorge Carvalho (maior artilheiro), etc.

Mixto no Brasileirão de 1976

Mixto tetracampeão de Mato Grosso

Mixto campeão 1984

O Mixto também foi campeão regional em 1976, da Copa Brasil Central (do Centro-Oeste), assim completando suas épocas de ouro no cenário futebolístico e aumentando ainda mais seu respeito perante aos adversários.

Nos anos 90 começou um período de escassez de títulos e administrações de baixa qualidade á frente do maior clube de Mato Grosso, assim como o futebol do estado, clássicos de Operário e Mixto que lotavam o Verdão passaram a virar muitas vezes, de uma forma pejorativa, jogos normais, sem o mesmo clima, já que os times esporadicamente tinham destaques, muitas vezes ofuscados pelas boas campanhas de times interioranos. O único título dos anos 90 foi em 1996, quando o Mixto venceu o Sinop.

Mixto campeão de 1996

Após o título poucas glórias vieram, CT, muitas promessas e poucos títulos. Houve um lampejo em 2008 quando o Mixto calou o entãolotado Luthero Lopes com gol de Evandro e tirou o título do União Rondonólis. Na Série C o time conseguiu uma grande glória juntamente com o Luverdense: se salvou do rebaixamento para a Série D e se manteve na competição para o outro ano. Porém a tragédia se anunciou em 2009, quando o time sofreu dois rebaixamentos, um no estadual e um na Série C, assim tendo que disputar a Segunda Divisão de Mato Grosso no segundo semestre, se sagrando campeão da mesma ao empatar em 1 x 1 com o Cuiabá no Verdão.

Mixto campeão da Segunda Divisão de Mato Grosso em 2009

Em 2010 veio com um projeto sagaz, contando com patrocínio da multinacional Coca-Cola e contando com jogadores de currículo como Perdigão, Adriano Gabiru e Luizinho Neto, porém em campo o time decepcionou, acabando quase rebaixado, assim os jogadores foram dispensados durante a competição e o time reformulado, mas a parceria rendeu o CT Bavária para treinamento das categorias de base. O time ainda teve glória com o título do time feminino do clube.


Escudos Anteriores


Mascote
Tigre



Estádio



Nome: Estádio José Fragelli
Local: Cuiabá/MT
Capacidade: 47000 pessoas
Jogo de inauguração: 08/04/1976, no jogo Mixto 2 x 0 Dom Bosco
Primeiro gol: Pastoril, do Mixto
Recorde de público: 49.324 pessoas, no jogo Mixto x Dom Bosco, no dia 10 de fevereiro de 1980
Propriedade: Governo de Mato Grosso
Obs: José Fragelli foi governador do estado nos anos 70.




Dutrinha

Nome: Estádio Eurico Gaspar Dutra
Local: Cuiabá/MT
Capacidade: 7000 pessoas
Inauguração: 31 de janeiro de 1952
Primeiro Gol: 
Recorde de Público:
Propriedade: Mixto Esporte Clube
Obs: Eurico Gaspar Dutra foi presidente da república e natural de Cuiabá.

Hinos


Letra: Ulisses Cuiabano
Música: Zulmira d’Andrade Canavarros


O Mixto Sport Club
Agora se apresenta.
E pelo branco e negro,
As cores que ostenta
No seu pavilhão.
Seremos sempre unidos
E sempre destemidos.
Havemos de lutar
E também trabalhar
De todo coração.
Hurra!… Hurra!…
O Mixto Sport Club
Será o lema
Desta nossa sociedade.
A união e também a lealdade.
Debaixo do nosso céu de anil,
Tremula altaneira
Nossa gentil bandeira.
E pelo sport, em nossa Cuyabá,
Teremos por fanal,
Luctar, luctar, luctar
Por nosso ideal.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=UOOLmGFu1VE


Autor: Paulo Farias

Mixto Esporte Clube tens um símbolo de glória
Que resplandece como estrela que surgiu
O teu nome está gravado na história
Do esporte, do esporte do Brasil
Mixto Esporte Clube tua bandeira tremulando
Até parece com certeza de vencer
Lutar, jogar, vencer
Ah este ano vamos o troféu receber
Avante Mixto, a torcida vai gritar
Com teus craques sempre à incentivar
Avante Mixto, tu serás consagração
Eu sou mixtense, clube do meu coração

Link: http://www.youtube.com/watch?v=cULqxMcjGRw

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O blog não morreu !

Atenção amigos leitores do História dos Clubes Nacionais, tive semanas muito cansativas na escola, semana decisiva em provas e trabalhos, portanto peço a compreensão de vocês quanto a isso, e irei retornar aos trabalhos aqui.

Muito obrigado pela atenção.

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Goiânia Esporte Clube


O Goiânia Esporte Clube é um clube esportivo da cidade de Goiânia, capital do estado de Goiás. Fundado no dia 5 de julho de 1938 é um dos principais clubes futebolísticos goianos, possuindo nada menos que 14 títulos goianos, 2 goianos da Segunda Divisão e uma Copa Brasil Central (Centro-Oeste) em 1967, entre outros. É conhecido como Galo Carijó.


O Galo Carijó foi fundado em 1938, sendo assim um dos times mais antigos do estado, ganhando títulos em 1945, 1946, 1948, 1950, 1951, 1953, 1954, 1956, 1958, 1959, 1960, 1968 e 1974, sendo o maior time da época em Goiás, além de possuir grande rivalidade com o Atlético Goianiense, os dois times mais antigos da capital goiana.

Nos anos 40 foi construído o estádio Pedro Ludovico, mais conhecido como Olímpico, onde o Goiânia começou a mandar as suas partidas, se engrandecendo no estado.

Em 1967 conquistou seu primeiro título fora de Goiás, a Copa Brasil Central, um torneio entre clubes do Centro-Oeste, onde disputaram times goianos e brasilienses, o Goiânia por sua vez venceu os dois turnos e foi o campeão daquele ano.

Em 1974 o time conquistou o estadual em cima do Goiás, sendo o último, encerrando a época de glórias, disputando o Brasileirão também, mas sem sucesso.

Goiânia campeão em 1974

Após esse título começou a supremacia do Goiás e a decadência de Atlético Goianiense e principalmente do Goiânia, muitos superticiosos associam os mais de trinta anos sem títulos a uma suposta maldição do estádio Serra Dourada, construído em 1975, sendo que o clube nunca mais conseguiu levantar um caneco, a não ser em divisões inferiores, assim como aconteceu em 1998 e 2006.

Em 1991 o clube disputou a Copa do Brasil, mas acabou eliminado precocemente para o Fluminense de Feira.

Em 1999 disputou a Série C teve como glória vencer o Fluminense por 4 x 3 no Serra Dourada.




Jogo do Goiânia contra o Goiás


Em 2001 disputou a Copa do Brasil eliminando o América-MG e sendo eliminado pelo Corinthians, perdendo assim os dois jogos disputados.

Em 2005 caiu para a Segunda Divisão e retornou como campeão em 2006, vencendo 8 dos 12 jogos disputados no torneio, porém acabou rebaixando novamente em 2007.

Nesses últimos anos o Goiânia vem lutado para se manter na Segunda Divisão Goiana, com administrações ruins, crises, pouco dinheiro e sem apoio da massa que comparecia nos áureos tempos do Galo Carijó. O único momento de destaque foi ter a presença de Túlio Maravilha no elenco do time. O estádio Olímpico também foi demolido para uma reforma que até hoje não ocorreu.

Túlio com a camisa do Galo

Torcida do Goiânia em jogos


Mascote

 


Estádio


Olímpico

Nome: Estádio Olímpico Pedro Ludovico
Local: Goiânia/GO
Capacidade: 10000 pessoas
Inauguração: 03/09/1941, no jogo Goiânia 2 x 0 América/MG
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Governo do Estado de Goiás
Obs: Pedro Ludovico Teixeira foi fundador da capital goiana.

Hino

O galo carijó é professor.
O galo carijó é brigador.
O galo quando entra no rebolo
pega a bola, faz o gol, esconde a bola e ninguém vê

Cadê a bola?, cadê cadê?
Goiânia Esporte Clube futebol é com você!
Com você!!

Cadê a bola?, cadê cadê?
Goiânia Esporte Clube futebol é com você!
Com você!!Com você!!

Link: http://www.youtube.com/watch?v=na_vUcLJG3Q

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Vitória do Mar Futebol Clube


O Vitória do Mar Futebol Clube é um clube esportivo e social da cidade de Passo do Lumiar, na região metropolitana de São Luís, no Maranhão. Fundado no dia 07 de setembro de 1949, o Vitória do Mar é um antigo clube do estado cujo maior título foi a conquista do estadual de 1952.


O Vitória do Mar Futebol Clube foi fundado no dia 07 sde setembro de 1949, por empregados do porto de São Luís, no bairro Maiobão. A finalidade era reunir funcionários e familiares em volta de uma agremiação para a prática de esportes. As cores escolhidas foram o verde e amarelo.

Em 1952 o clube se inscreve para o campeonato maranhense, e a sua estréia não poderia ter sido melhor. Conquistou o título de forma invicta, causando surpresa entre os meios esportivos do estado. A campanha para o título foi a seguinte:
Vitória do Mar x Gonçalves Dias 5-0 3-0
Vitória do Mar x Sampaio Corrêa 3-1 1-1
Vitória do Mar x Moto Clube 2-2 1-1
Vitória do Mar x Maranhão 0-0 2-1

Porém a história do Vitória do Mar se resumiu naquele título, pois depois disso o clube nunca mais conseguiu chegar perto do feito. O Clube disputou o campeonato maranhense de 1952 a 1962, 1965 a 1967 e de 1969 a 1994 de forma seguida, sendo que no último campeonato ficou na vice lanterna.

Após o campeonato de 1994 o time já mostrava total decadência no esporte, assim sem contar com grandes investimentos e torcedores, assim encerrando as atividades no futebol no mesmo ano.

O Vitória do Mar mudou a sua sede de São Luís para Passo do Lumiar e manteve as atividades sociais e esportes para lazer de seus associados, mas até hoje sem voltar ao batente no futebol profissional do Maranhão.


Estádio
Castelão

Nome: Estádio Governador João Castelo
Local: São Luís/MA
Capacidade: 75.263 pessoas
Inauguração: 1° de maio de 1982, no jogo Maranhão 1 x 1 Sampaio Corrêa
Primeiro Gol: Evandro, do Maranhão
Recorde de Público: 97.720 pessoas, no jogo Sampaio Corrêa 1 x 5 Santos, no dia 24 de setembro de 1998
Propriedade: Governo Estadual do Maranhão
Obs: João Castelo Ribeiro Gonçalves é um político maranhense que foi governador do Maranhão entre 1979 e 1982, época da construção do estádio.

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Coenge Futebol Clube


O Coenge Futebol Clube é um clube de futebol da região administrativa do Gama, no Distrito Federal. Fundado no ano de 1957, o clube foi o Campeão Brasiliense de 1969 e um dos pioneiros do futebol na capital federal do país.


A firma de construção COENGE S.A. - Engenharia e Construções, pioneira na capital da República, onde chegou no ano de 1957 e logo fundou uma agremiação de futebol para manter vivo o clima de amizade e a união de todos os seus funcionários e operários nas horas de lazer, disputando campeonatos.

Seus idealizadores consideravam o futebol como o esporte da paixão e não foi difícil conseguir entre os componentes da firma a cooperação necessária para se formar uma equipe. A idéia pouco a pouco foi tomando corpo e o clube surgia para a alegria de todos. Embora houvesse a colaboração de toda a firma, alguns nomes se destacaram pela maneira com que se empenharam na campanha de organização e concretização do Coenge Futebol Clube, entre eles Edvaldo Batista Gesteira, Júlio César de Oliveira, Geraldo Augusto da Fonseca e Indalécio de Souza Pinto.

Constituído na maior parte por elementos da própria Companhia, o Coenge inaugurou a sua Sede Social à Quadra 9, Lote 10, Setor Comercial no Gama, onde promoveu suas reuniões para decisões e medidas a serem adotadas em relação ao clube. Além do futebol, o clube possuía quadras de voleibol, futebol de salão e grande parte recreativa, oferecendo, assim, diversão para todos os seus mais de 400 associados.
Como é do conhecimento de todos o futebol sempre encontrou inúmeras dificuldades para a sua expansão em Brasília. Talvez pelo ritmo acelerado de construções, ou por falta de recursos de vários clubes, o futebol do brasiliense esbarrava sempre em alguns obstáculos.

O Coenge enfrentou crises e problemas com grande disposição. Sua primeira diretoria foi constituída dos seguintes membros: Edvaldo Batista Gesteira (Presidente), Antônio de Sena Lopes (Vice-Presidente), Júlio César de Oliveira (1º Secretário), Genilson Almeida Alfena (2º Secretário), Geraldo Augusto Fonseca (1º Tesoureiro) e Indalécio de Souza Pinto e Francisco Matheus, respectivamente Diretor de Esporte e Diretor Social.

Sua sala de troféus possuía em suas prateleiras inúmeras taças, dentre elas a de tricampeão do Torneio de Aniversário do Gama (1967 a 1969).Outras taças passariam a enriquecer essa sala.

Nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro de 1967, o Coenge Futebol Clube e Associação Atlética Mariana, sendos os dois do Gama, promoveram um torneio quadrangular contando ainda com a presença de Rabello e Cruzeiro do Sul, clubes profissionais do DF. Na primeira rodada, o Cruzeiro do Sul venceu 2 x 1 A. A. Mariana por 2 x 1, enquanto Coenge e Rabello empataram em 1 x 1 (nos pênaltis, vitória do Coenge por 3 x 2). Na decisão do torneio, o Cruzeiro do Sul venceu o Coenge por 4 x 3 e sagrou-se campeão.

Coenge campeão de 1967
Em pé: Pereira,Ferraz,Hugo,Mauro,Tatá,Eustáquio
Agachados:Márcio,Divino,Noé,Marcos,Oscar


Em 1968, foi o vencedor do Campeonato do Departamento Autônomo, Série Gama, da Federação Desportiva de Brasília, superando União, Real, Gaminha, Guarani, Grêmio, Minas e Imperial. Junto com o Gaminha, passou para a Fase Final do campeonato, que reuniu clubes de outras cidades-satélites e do Plano Piloto. Foi necessária uma superdecisão entre Gaminha, Civilsan e Coenge, todos com 3 pontos perdidos, para se conhecer o campeão. A decisão aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1969 e com um gol de Oscar o Coenge venceu o Gaminha por 1 x 0. A campanha invicta nessa fase final foi a seguinte: 1 x 0 Meta, 3 x 2 Brasília, 2 x 1 Gaminha, 2 x 2 Manufatura, 3 x 3 Setor Automobilístico, 2 x 2 Civilsan, 2 x 1 Civilsan e 1 x 0 Gaminha. O Coenge foi com campeão com essa formação: Hugo, Dirceu (Minhoca), Heraldo (Márcio), Ferraz (Tarcísio) e Xixico (Duchinha); Divino e Pelezão (Mauro); Garrinchinha, Pelezinho, Tatá e Oscar (Ademir).

Seus dirigentes se animaram com o título e, quando a Federação Desportiva de Brasília resolveu inscrever clubes amadores e profissionais em seu campeonato de 1969, o Coenge se fez presente com mais 23 clubes de todo o Distrito Federal.

Foi a maior conquista de sua curta história. A campanha do clube foi excelente em todos os aspectos. Nas tardes de domingo as cores preto e branco do Coenge alegravam grande número de torcedores que levavam o seu grito incentivador para os jogadores que sempre procuravam corresponder.

Fez sua estréia no dia 13 de abril, no estádio da Associação Atlética Cultural Mariana, no Gama, vencendo o Vila Matias, por 1 x 0. Na primeira fase, ficou no Grupo B, e terminou apenas atrás do Brasília (que nada tem a ver com o atual Brasília, era de Taguatinga) e na frente de dez outros clubes. Na fase final, entre os doze melhores times do Distrito Federal, não foi derrotado. A partida que definiu o título aconteceu em 19 de outubro de 1969, mais uma vez no campo da Cultural Mariana: goleada de 5 x 1 sobre o Brasília.
Na campanha pela conquista da Taça Brasília o Coenge contou com 20 jogadores. Esses, depois de uma campanha ao longo de seis meses, conseguiram o título de campeões da Taça Brasília, quando todos acreditavam que o título ficaria de posse do Grêmio. Foi o prêmio pelo esforço despendido, pela luta e pela convicção de que conseguiriam o cobiçado troféu.
Defenderam o Coenge Hugo (goleiro), Minhoca, Jamil, Ferraz, Tatá, Elias, Ceará, Pelezão, Eustáquio, Bi Santiago, Divino e Xixico (defensores) e Agostinho, Batista, Garrinchinha, Pelezinho, Marcos, Neco, Mauro e Oscar (atacantes).

Logo depois, disputou a Taça “Tira-Teima'' contra o Grêmio Brasiliense, mas perdeu o campeonato numa melhor de 3.


Em 6 de setembro, estreou no campeonato amador do DF de 1970, com vitória de 1 x 0 sobre o Defelê, gol de Oscar. A primeira fase terminou no dia 8 de novembro e o Coenge ficou com a sétima colocação, não conseguindo classificação para a Fase Final (somente os seis melhores passavam)

Sua última participação em torneios oficiais do DF aconteceu de forma melancólica: em 28 de março de 1971, foi derrotado pelo Serviço Gráfico, por 3 x 1, em jogo válido pelo Torneio “Governador do Distrito Federal”. A competição foi marcada por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações. O Coenge foi um deles.

Em 13 de agosto de 1971, aconteceu a Assembléia da Federação Desportiva de Brasília que desfiliou as seguintes associações: Gaminha, Planalto, Coenge, Defelê, CSU e Serveng Civilsan. O Coenge nunca mais voltou ao futebol.


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